SaaS

A sigla SaaS significa “Software as a Service”, ou, em bom português, “Software como Serviço”. Em essência, trata-se de mudar a experiência de contratação do cliente, tornar a aquisição do software mais próxima de contratar, digamos, uma empresa de contabilidade, do que comprar um novo eletrodoméstico.

O modelo SaaS não é exatamente novo (o termo “SaaS” foi utilizado pela primeira vez em 2001), mas tem sido maturado nos últimos tempos. Já foi chamado de modelo “ASP” (Application Service Provider), “On Demand”, e hoje em dia é moda chamar de “Cloud” (embora SaaS seja apenas uma das aplicações de Cloud Computing). Os principais fornecedores de software tradicional do mercado (SAP, Oracle, Microsoft, IBM) tem se voltado para esta nova estratégia, e alguns (ex.: Salesforce) decidiram focar exclusivamente neste modelo.

Os pioneiros já estão colhendo frutos: o Salesforce, que detinha 6% do mercado de CRM até 2006, atualmente está com 14%, abocanhando clientes de gigantes como a SAP e Oracle.

O panorama é claro: o SaaS veio para ficar. De acordo com estimativas do Gartner Group, as vendas de software SaaS atingiram 9 bilhões de dólares no ano de 2010, e estimava-se crescer cerca de 16.2% em 2011. Além disso, pesquisas recentes revelam que CIOs de empresas do mundo inteiro estão sendo pressionados cada vez mais a migrar a infraestrutura para a nuvem, o que implica na substituição do software tradicional pelo SaaS.

Claramente as empresas estão preferindo contratar software como serviço. Mas porquê?

  • Parte 2: Vantagens do SaaS: Foco no Negócio
  • Parte 3: Vantagens do SaaS: Fácil Crescimento (em breve)
  • Parte 4: Vantagens do SaaS: Maior Produtividade (em breve)
  • Parte 5: O Modelo “Freemium” (em breve)
  • Parte 6: Garantindo o sucesso de seu SaaS (em breve)
  • Parte 7: Estudo de Caso 1 (em breve)
fabio

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